FRANQUIA DE SUCESSO

Empreendedora ensina a exercer liderança em franquias

Por Equipe SUPERA - 02/02/2017

Segundo franqueada da sucesso da rede SUPERA, liderança não é uma cadeira, uma sala ou um título, mas sim se preocupar com o objetivo a ser alcançado.

Segundo franqueada da sucesso da rede SUPERA, liderança não é uma cadeira, uma sala ou um título, mas sim se preocupar com o objetivo a ser alcançado

Entre as diversas razões pelas quais um negócio prospera, podemos citar a boa liderança como uma das mais importantes. Para gerir uma franquia de sucesso ou qualquer outro empreendimento, é necessário muito mais que apenas boa administração. É preciso extrair o melhor de cada um.

Para te ajudar a entender como executar esta função, o Franquia Educacional realizou uma entrevista com Elizabete Gonçalves, que é máster coach e lidera uma das franquias de sucesso da rede SUPERA em Diamantina (MG).

Nesta entrevista você vai saber quais são as principais características de um bom líder, como a função evoluiu ao longo do tempo e dicas para desenvolver esta habilidade tão importante para a gestão de uma franquia de sucesso. Confira!

Elizabete Gonçalves, gestora da Franquia de Sucesso SUPERA Diamantina (MG), orgulhosa de seus troféus no Jantar de Premiação 2016

Elizabete Gonçalves, gestora da Franquia de Sucesso SUPERA Diamantina (MG), orgulhosa de seus troféus no Jantar de Premiação 2016

1 – O que é ser um bom líder? Quais as características que definem?

Um bom líder é aquele que tem desenvolvida a habilidade de se adequar às diferentes situações que podem aparecer inesperadamente e ter “jogo de cintura” para lidar com o inesperado e indesejado. É imprescindível que um bom líder esteja presente do começo ao fim do processo, acompanhando tudo que acontece com todos de modo geral e individualmente. É preciso participar. Um líder deve ter o perfil de uma pessoa inspiradora. Respeito, flexibilidade e motivação são características que considero extremamente essenciais num líder. Deve ter ainda capacidade para ouvir e aceitar as contribuições de sua equipe, conhecendo seus colaboradores (um a um), confiar nas suas capacidades, saber delegar e dar feedbacks.

 

2 – Essa definição mudou ao longo do tempo? O que era ser um bom líder para as gerações anteriores?

Sim, com certeza. O processo de transformação e evolução ocorre de forma contínua, porém as pessoas sempre tiveram a necessidade de terem um indivíduo capaz de valorizar suas competências, motivá-las e inspirá-las a se desenvolverem cada vez mais.

Para as gerações anteriores, este indivíduo que chamo de líder exercia seu comando pela autoridade. As pessoas cumpriam suas obrigações por medo. Já o bom líder de hoje exerce seu comando pela motivação. As pessoas precisam se encantar, se apaixonar pela ideia, pelo projeto. Atualmente, as pessoas não aceitam mais passivamente as imposições feitas por seu líder. Ele precisa fazer com que sua equipe sinta-se confiante, como se cada um fizesse parte do processo e fosse responsável pelas mudanças, assim como precisam ser respeitadas como seres humanos imperfeitos, com direito a errar e a ter melhor qualidade de vida. É fundamental que a relação seja de respeito e confiança.

 

3 – E o que é ser um mau líder? Qual a diferença entre um líder e um chefe?

Um mau líder é aquele que já se impõe como líder, que não gosta de pessoas, que não gosta de se relacionar e não acompanha a evolução. Liderança não é uma cadeira, uma sala, um título ou um crachá. Liderança é se preocupar com o objetivo a ser alcançado. É preciso sim ter foco no objetivo, não deixando de lado o foco nas pessoas envolvidas.  Acredito que a principal diferença entre um líder e um chefe esteja na humanização e humildade. O chefe geralmente é mais arrogante. Uma liderança humanizada tem as ferramentas adequadas para conciliar as necessidades dos diferentes tipos de gerações que atualmente dividem o mesmo espaço, desenvolvendo-os e capacitando-os, para torná-los o grande diferencial competitivo de uma empresa. O chefe não investe nas pessoas, por medo de perdê-lo para o concorrente ou por achar que não merecem. Enquanto o líder busca transformar os colaboradores em profissionais cada vez melhores e preparados para atender a expectativas do mercado. O líder ver o colaborador como capital humano da empresa. Enquanto o chefe ver apenas como um mero empregado.

 

4 – Chegar em posições de liderança é o objetivo dos jovens atualmente?

Esta é uma pergunta desafiadora pra mim. Sabemos que os jovens têm grande vontade de experimentar, testar novas ideias e fazerem o que gostam. Isso é fato. Trabalhar para eles é como ocupar um lugar no mundo. É uma fonte de sobrevivência e independência. Percebo que o desenvolvimento é o principal foco dos jovens. Eles estão muito conectados e buscam interatividade nas relações. Por outro lado, tem a questão da responsabilidade de um cargo de liderança, a responsabilidade direta e indireta dos erros cometidos pela equipe. O risco ou o medo de prejudicarem o seu desenvolvimento profissional…. Mas também sabemos que há muitos jovens que sabem exatamente o que querem para sua carreira e os próximos passos que precisam dar. Acredito que levar estes jovens à posição de liderança está diretamente relacionado ao papel do gestor, em preparar estes jovens. Neste processo o gestor tem papel determinante.

 

6 – O que podemos fazer para nos tornarmos bons líderes?

Buscar conhecimento, educação formal e informal; Praticar a autogestão, ou seja, a gestão das próprias emoções. Assumir as responsabilidades e ter competência para gerenciar e realizar suas tarefas, de modo que satisfaça todos ao seu redor. Escolher liderar e influenciar, independentemente da posição que ocupa. Levar sempre novas ideias e soluções, motivando sempre e não deixando perder o foco. Ter ousadia, acreditar que sempre é possível fazer mais e melhor. Ser pró-ativo, não apenas delegando, mas também agindo em função de um objetivo maior. É dar o exemplo, com certeza esta é a melhor maneira de inspirar, motivar e entusiasmar as pessoas. Compartilhar seus conhecimentos e experiências. E para isso é necessário muita humildade e coragem também para reconhecer seus erros e fracassos, para ouvir as críticas dos outros, pois as pessoas poderão discordar das suas ideias e ter opiniões contrárias. Enxergar as necessidades das pessoas, saber sobre sua vida, suas dificuldades, conquistas, estar sempre disposto a ouvir todos na essência, claro que tendo o cuidado para não ser íntimo. Saber delegar, ensinar e acompanhar o trabalho de forma assertiva. Firmeza, objetividade e transparência. Ser realista sem deixar de lado o otimismo. É ter consciência dos desafios e encará-los de forma positiva e criativa.  Enfim, de uma forma mais objetiva, acredito que para ser um bom líder é preciso antes ser um bom ser humano. E daí talvez seja fundamental se conhecer primeiro, o autoconhecimento e a autoliderança. Todos os dias antes de dormir, tenho o hábito de fazer uma autoavaliação: o que eu fiz bem hoje? O que não foi legal? O que eu poderia ter feito diferente? Quais os aprendizados do dia de hoje e como posso colocá-los em prática? Reconheço meus erros, me perdoo, afinal sou ser humano também. E assim vamos crescendo e aprendendo um pouco todos os dias. Acredito sempre que hoje posso fazer melhor do que ontem e amanhã tenho certeza que poderei fazer melhor do que hoje.

 

7 – Como podemos avaliar o nosso trabalho de liderança?

Por meio da auto avaliação (como citei anteriormente) e a motivação e engajamento das pessoas. O clima organizacional é um bom indicador. Nem sempre a visão que temos de nós mesmos é a mesma das pessoas que estão ao nosso redor, então peça sempre feedbacks objetivos. É interessante e importante saber como nossos comportamentos são percebidos pelas pessoas.

Foto Antônio Carlos - Diretor do Franquia Educacional Supera

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